Júlio Paschoal diz que implantara novo modelo de fazer política na Alego

14/09/2018

 

Durante entrevista ao apresentador Návio Leão, da TV Sudeste (Canal 20), o candidato a deputado estadual Júlio Paschoal (PSDB) citou as propostas de campanha, falou do novo modelo de fazer política e ainda das parcerias que têm conquistado desde o início da campanha.

 

 

 

Júlio Paschoal é professor, economista, integrou a gestão do ex-governador Marconi Perillo e tenta uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás (ALEGO) pela terceira vez. Para Júlio, é importante prosseguir com o legado de sua família, fazendo política limpa e apresentados projetos consistentes.

 

Esse é um momento importante para poder levar à população as ideias e os projetos de cada deputado, cada deputada, escolhendo quem ou não poderá representa-los na Assembleia Legislativa. “Estou tentando a vaga pela minha origem política, pelo legado do meu pai, sempre valorizando as pessoas os municípios e fazendo política com seriedade”, disse.

 

Júlio continuou falando sobre o momento político por qual passa o Brasil, o que ele chamou de ‘piores momentos do país’. “Eu vejo o Brasil vivendo os piores momentos da sua vida, temos um presidente corrupto, um presidente da câmara envolvido na Operação Lava-Jato, tem o presidente do Senado também da mesma forma, temos no STF ministros que poderiam dar exemplos à sociedade, e não tem dado, têm sido uma decepção para a população brasileira”, falou o professor.

 

O candidato garantiu que pretende levar uma bandeira diferente na política, sem qualquer tipo de ‘benesse’. “O eleitor em grande parte se deixa levar pelo mau politico, que dá a gasolina, o politico que dá o tijolo, areia, dinheiro em espécie, cesta básica. É preciso entender que a mudança passa por cada um de nós, não adianta o eleitor ser contra a corrupção e ele próprio ser conivente com a corrupção”, criticou Júlio.

 

Ele continuou dizendo que não possui nenhuma liderança paga em Catalão. “Eu não tenho nenhuma liderança paga, todas as minhas lideranças, lideres classistas, comunitários, estão comigo porque acreditam que eu posso plantar a semente da boa política”, finalizou.

 

Questionado sobre sua base eleitoral, Júlio Paschoal reforçou que é o município de Catalão, pois foi onde sua família iniciou a desenvolver atividade comercial após vir da Itália. “Aqui eu desenvolvi atividade comercial que foi trazido da Itália, na panificadora Paschoal, Bela Itália, logo depois me tornei professor no CESUC, mas as agendas do Governo não se resolvem em Catalão, a sede administrativa do Governo é Goiânia, e por essa razão, integrando o ex-governo do Marconi eu criei um relacionamento muito importante para ajudar Catalão e outros municípios”.

 

Júlio ainda explicou como pretende implantar o programa ‘Cartão de Remédio’, retirando dos 5% devolvidos pelas empresas ao Fundo de Proteção Social, que hoje é destinado para o programa Renda Cidadã, o Passaporte do Idoso e Entidades Filantrópicas, como é o caso da Santa Casa de Misericórdia de Catalão.

 

Na educação Júlio pretende investir nos cinco pilares que considera indispensável para o desenvolvimento intelectual humano. “As pessoas acham que é só construir escola, reformar escola, esse é o grande mal, temos uma educação fragmentada, as pessoas acabam não tendo um nível de formação para torna-las formadoras de opinião. Temos de investir em pesquisa, extensão, capacitação, valorização salarial e infraestrutura, de 80% a 90% dos gestores gastam em infraestrutura, então quando ele sai na greve não tem condição do estado atendê-lo, quando ele precisa melhorar o rendimento ele não consegue porque ele precisa fazer bico para sobreviver, um dos meus projetos é essa redistribuição dos recursos da educação”, falou.

 

Encerrando o assunto sobre a corrupção, Júlio disse que o candidato que compra votos não deve nenhuma satisfação ao seu eleitorado. “Eu estou me apresentando com bons projetos, discutindo esses projetos, a minha origem, as pessoas que eu ando, são pessoas honestas, que sempre foram politicamente adversárias, mas estão conosco porque não fazemos corrupção. Estamos entregando um projeto para que a população faça a reflexão”, finalizou.


 

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