Jorge Kajuru faz campanha ao viajar de ônibus

19/09/2018

 

O candidato a senador diz que o eleitor não admite mais a ostentação.

 

 

 

O vereador goianiense Jorge Kajuru (PRP), candidato a senador na chapa de Ronaldo Caiado, tem viajado todo o Estado de Goiás em ônibus de linha, pagando de seu próprio bolso o bilhete de passagem. De carro, ele só vai a cidades distantes, no máximo, 100 quilômetros de Goiânia, “Por uma questão de aproveitar melhor o tempo”, diz ele. Recentemente, ele esteve em Posse, no Nordeste Goiano. “Foram 10 horas de viagem”.

 

Kajuru rebate a informação de que estaria se desmentindo ao “assumir” que usa carro em suas viagens. “Recentemente, viajei em uma caminhonete da campanha, para atender a um compromisso perto de Goiânia. A roda travou e quase capotamos. Por isso pedi socorro aos companheiros”, diz. Ele salienta ainda que não estava ao volante do referido veículo. “Eu disse que só viajaria em ônibus de linha e, de carro, somente nas cidades próximas de Goiânia. Ao contrário de outros candidatos ricos, que podem viajar de avião, eu só posso viajar de ônibus. Não aceito caronas em avião”, afirma o candidato. “O eleitor não admite mais esses políticos que que, até para ir na esquina, tem que pegar avião, helicóptero…”–afirma Kajuru, exibindo dezenas de bilhetes de passagem de ônibus e as respectivas notas fiscais.

 

Kajuru diz estar muito animado com a campanha. “Somos recebidos com enorme carinho pelo povo, onde quer que passemos. Ronaldo Caiado vai vencer no primeiro turno”, diz. Kajuru também é otimista quanto à sua própria eleição. “Já estou sendo atacado da maneira mais torpe pelos meus adversários. Estão tentando jogar lama no meu nome. Já me caluniam, me difamam e me injuriam. Sabe por quê? Por eles sabem que eu serei eleito, e eles não serão eleitos”, afirma.

 

Além das bandeiras de combate à corrupção e à improbidade administrativa, o candidato salienta que a questão da dívida pública goiana é uma de suas maiores preocupações. “É uma dívida enorme, mas de 19 bilhões de reais, metade disso aos bancos públicos e a outra metade ao Tesouro Nacional, e uma pequena parte aos bancos privados. A única solução para o problema da dívida é política, e vai passar pelo Congresso Nacional, onde estarei atento para ajudar a construir uma solução”, diz o candidato.

 

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