Álvaro Guimarães destaca ações da Casa de Apoio Olinta Guimarães

19/12/2018

“A AÇÃO SOCIAL DA CASA DE APOIO OLINTA GUIMARÃES SALVA VIDAS”

 

A dona de casa Wânia Maria Marques Batista, de 59 anos, é viúva, mãe de seis filhos, avó de 15 netos e três bisnetos. Reside com a família no município de Santo Antônio do Descoberto, no entorno de Brasília, há 181 quilômetros de Goiânia. Sempre teve uma vida tranquila e dedicada à família, até que recebeu o diagnóstico de câncer no reto, em estágio 2. Foram meses entre idas e vindas a hospitais de Santo Antônio do Descoberto, Brasília e Taguatinga, mas o tratamento não foi iniciado por falta de vaga. Cansados de tanta espera, a família buscou ajuda na Casa de Apoio Olinta Guimarães, por intermédio da coordenadora Déborah de Araújo, o tratamento foi iniciado em março desse ano, em Goiânia. Em quatro meses, a paciente enfrentou 15 sessões de quimioterapia e 28 de radioterapia no Hospital das Clínicas, em Goiânia. A cirurgia está agenda para o dia 9 de janeiro de 2019.

 

 

Acolhida pela equipe da Casa de Apoio Olinta Guimarães, Wânia Maria recebeu todo o suporte logístico de transporte, estadia e alimentação. Assim, a dona de casa enfrentou corajosamente e com muita fé a primeira etapa do tratamento contra o câncer. “Se não fosse essa casa, o apoio e o cuidado de cada integrante da equipe, não teria iniciado o tratamento até hoje”, afirma Wânia Maria. A paciente conta que o projeto social idealizado pelo deputado Álvaro Guimarães, foi indicado por um familiar que conhece o trabalho social e humanitário desenvolvido pela instituição, coordenada por Déborah de Araújo. “Recebemos um tratamento especial da equipe que nos ofereceu muito cuidado, dedicação e atenção. São pessoas que se compadecem com o sofrimento do outro e que ajudam a transformar a dor em força para lutar, superar e vencer”.

 

De acordo com a filha da paciente, Flávia Batista dos Santos, de 44 anos, no decorrer do tratamento, foi preciso fazer um exame emergencial de alto custo, no valor de R$ 4,2 mil. Para ajudar a família, a Déborah sugeriu que fosse feita uma galinhada beneficente para arrecadar fundos e realizar o exame o mais rápido possível. “São pessoas que fazem diferença na vida da gente em todos os sentidos, principalmente emocional. Questões financeiras são minimizadas e superadas com tanto amor e dedicação que eles dispensam a todos que entram naquela Casa de Apoio”, relata Flávia.

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