Presidente da CCT, senador Vanderlan Cardoso defende continuidade do Programa Minha Casa Minha Vida

24/05/2019

 

 

“A continuidade do Programa Minha Casa Minha Vida vai impactar a economia com a geração de emprego e renda, além de contribuir com a redução do déficit habitacional, em todo o país.  Além do mais, há muitas pessoas aguardando receber suas moradias, no Estado de Goiás e em todo Brasil”. A declaração é do presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), após exposição do Secretário Nacional de Habitação, Celso Matsuda, durante audiência pública na Comissão realizada nesta quarta-feira (22/05). A audiência, requerida pelo próprio presidente, teve como objetivo debater a adequação dos novos projetos habitacionais viabilizando o uso de novas tecnologias, além de tratar das perspectivas do programa para os próximos quatro anos.

 

 

 

A CCT decidiu debater as bases tecnológicas dos novos projetos de construção das unidades, em todo o país, já que há um déficit habitacional de cerca de 6 milhões de moradias.  “A minha preocupação é a conclusão das casas nas várias regiões brasileiras e a contratação de novas unidades para destravar a economia, atender a quem precisa e promover a geração de emprego e renda.  Com essas ações, a construção civil será aquecida e novos empregos surgirão”, disse o presidente da CCT, senador Vanderlan Cardoso.

 

Em Goiás existem cerca de 3 mil unidades habitacionais apenas aguardando conclusão para serem entregues, sendo necessário R$ 400 milhões. O Secretário Celso Matsuda explicou que, embora haja um déficit de moradias no Estado, o recurso destinado a Goiás já foi utilizado, mas será possível fazer remanejamentos. “Goiás tem uma dinâmica muito forte. Os recursos destinados ao Estado estão praticamente esgotados. Mas temos uma política de remanejamento de recurso e vamos adotar esses remanejamentos em Goiás”, explicou. 

 

Novas tecnologias integrarão unidades habitacionais aos serviços urbanos

 

Além de anunciar a continuidade do Programa Mina Casa Minha Vida, o Secretário Celso Matsuda afirmou que os próximos projetos a serem lançados constam o uso das novas tecnologias para a integração com os serviços urbanos. Ele citou a criação do Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico da Habitação para acompanhar e incentivar as atividades referentes à inovação tecnológica no setor de habitação.

 

O secretário destacou que o orçamento para o Programa em 2019 é de R$ 66 bilhões, via recursos do FGTS, e que a prioridade é pagar as empresas  que construíram as casas  e não receberam o valor dos serviços prestados. Há cerca de 50 mil unidades para serem concluídas. “Vamos colocar os contratos em dia para retomar essas obras”, disse ele.

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